quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Na corda bamba de novo!!!!!










Mais um ano na corda bamba.

Imaginem o que é ficar na escola para a decisão nos “pênaltis”!

Significa que depois disso, mais nada...É bomba!!!!

Gente, é um sufoco!!!

Pais e mães empenhados em fazer ressurgir a auto-estima, a vontade, a esperança nos filhos e filhas.

Antes dessa parte bonita teve, claro, a vontade de dar uma pisa, mas já entendemos que isso não resolve muito, pelo menos nos “novos tempos”. Mas, broncas, castigos foram reeditados, sim. O castigo pior: estudar enquanto todo mundo está de férias.....


Assim, as semanas de natal e ano novo têm na agenda estudo, estudo, estudo.


Enfim, é claro que o estudo é deles, mas, como a gente se envolve!


A questão é simples: por que não estudaram o bastante durante os duzentos dias letivos!?


Ah! Surgem grandes culpados. Em geral, são os professores....Cada um com sua especificidade. Um porque é exigente, outro porque não é exigente....E por aí vai....


Ouvi até um comentário assim: “Acho que sou assim porque vocês não me castigaram muito quando era pequena!!!!!”... Será que eu ouvi bem? Parece que ouvi muito bem...Dizem que quando a gente que precisa de óculos tira ele por alguma razão, aguça a audição e escuta o que quer e o que não quer....Mas eu estava de óculos!!!!!


Bem, depois de todo esse reteteu, vamos fazer as provas, digo vamos, porque literalmente vamos mesmo. Quando chego à escola,( minha filha pensando que iria passar o maior mico porque resolvi esperá-la terminar a prova), encontro uma pequena galera de pais.


Logo penso: não estou só nesta agonia!!!!!!


Começam as provas e o silêncio no pátio. Procuro um lugar mais reservado para ler. Quem tenho na bolsa?! Bourdieu & a Educação, uma tentativa na releitura de talvez revisitando as teorias sociológicas do papel da escola na sociedade encontrar algumas respostas para uma outra problemática, a difícil convivência da sociedade com a escola que queremos, que acreditamos, que imaginamos e não encontramos......


Sim, é fato que imaginamos uma escola que não existe, mas que se anuncia a todo instante, em todos os lugares e em todos os níveis.


Estou eu tentando conversar com Bordieu e, de repente, vem se aproximando bem devagar, quase que em câmara lenta, uma grande barata, destas bem cascudas, que dá arrepios e nojo. Primeiro pensamento: sair correndo, pegar o chinelo e matar ou disfarçadamente ir saindo para ninguém notar......Mas ela estava tão triste, tão fraquinha, tão sozinha. Até parecia que vivia os mesmos sentimentos que eu......Uma mãe “aflita” .......Lá fiquei a olhar o destino dessa “baratona”...... Ela foi tomando o seu rumo, se escondeu, sumiu. Eu fiquei ali, esperando. Tinha que enfrentar.


Bem, a saída da prova teve como alento um grande sorriso de vitória. Era apenas a primeira de quatro. Amanhã terminamos a maratona e sexta, o RESULTADO.


Interessante que todo momento de estresse deixa lições para todos. Para nossa menina/moça, penso que ela está mais amadurecida, mais confiante, mais esperançosa e cheia de projetos.


Ufa!!!!vamos acreditar e apoiar sempre.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Vida e esperança







A coisa mais importante no mundo é a esperança.
Esperança no futuro, na mudança, na permanência.....
Sem ela perdemos o prumo.
Outro dia no trabalho apareceu uma esperança( aquele inseto, cujo nome científico é Tettiigonia viriidissima ....Êita!!!!),como estávamos resolvendo algo importante, logo surge o anúncio, “essa esperança é um bom sinal”. Com certeza se dissessem, “essa Tettiigonia viriidissima é um bom sinal”, teríamos um susto.Mas, o próprio nome esperança já é animador, excitante....... Confirmação do fato que vivemos com muitas esperanças.
Esperança que os filhos criem juízo, que a adolescência passe logo para alguns, que a família se harmonize, que sejamos pais melhores, pacientes, tolerantes e firmes,que “Papai Noel” ainda exista, que a cura da AIDS venha logo junto com a do Câncer de uma vez por todas. Que saibamos fazer perdurar o amor, que sejamos pessoas melhores sempre.....São tantas esperanças......
Ah! Claro que vamos esquecer-nos de umas tantas, mas não podemos esquecer a esperança que o futuro das crianças, adolescentes e jovens desse país seja uma esperança para todos os pais independente de nível social...... Não pequenas esperanças, mas, grandes esperanças.
Assim, esperar um 2010 melhor que os que passaram, com esperanças realizadas e recriadoras de outras tantas infinitas esperanças.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"Muros invisíveis!!!!?"















Soube que o tema da redação do vestibular foi "Muros Invisíveis".Achei fantástico!!!!!
Comecei a pensar...Quais seriam os muros que nos cercam e que não vemos.????
Então, as imagens vão surgindo.....
O muro da saudade "invisível”...Ui!!!! melhor nem pensar porque não podemos resolver.
O muro da fome..........Só quem sente é quem ver . As vezes nem um “tomate com açúcar “existe para enganar a danada da fome.
O muro do preconceito......São tantos. Apesar dos novos tempos , muito ainda há para vencer.
O muro da vergonha......De que? Sei lá. Pode ser até de não enxergar alguns muros, por que não?!!!!
O muro das paixões .......Existem???Sei não!!!.......Acho que paixões são visíveis demais!!!!Derrubam os muros.
A questão é : Para que muros?
Mas quando não criamos, alguém cria pra gente ou nem sabemos que os criamos.
Essa história é uma grande confusão. Muro é uma grande confusão!!!
Outra dia minha amiga disse para seu filho: ...”[...] quero ir ao Japão conhecer as Muralhas da China”. Resposta do filho: “ Mãe, Muralhas da China é na China”....Minha amiga ainda retrucou, “Ah! Todo mundo tem o olho puxadinho, é a mesma coisa!!!!”
Pois bem, nem tudo que parece é!!!!
Algumas muralhas, muros precisam ser destruídos pra libertar. Como é o caso do Muro de Berlim.Pode ser o caso do meu, seu, nossos muros invisíveis.
Precisam de visibilidade para serem combatidos.
Alguns muros são construídos em torno de um ideal, de um sonho, uma neurose, um capricho, orgulho ferido, pirraça,... Sabe lá!!!
Muros que são criados para separar as pessoas das outras....E por aí vai.
Mas, são os sentidos, os desejos, os sonhos, o amor que os combate e os derrubam. Não tem hora , nem dia. Acontece.....Aos pouquinhos tudo que é verdadeiro sobrevive, mesmo que as duras penas.
Os muros são ilusões passageiras que nos impedem por um tempo de viver algo, que nos protege, que nos aprisiona,nos aparta. Tudo isso até o dia que os tornamos visíveis.
Um ato de vontade e coragem.



Foto: Muralhas da China- Fonte google

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Depois!!!??








Falar do cotidiano , essa é a proposta.
Bem, hoje o dia foi moleza......Mentirinha!!!!
O dia foi intenso.....E ele nem acabou ainda.......
A parada para escrever é sempre uma atividade muito prazerosa.
Por que existem tantos prazos, burocracias!!!!?????
Corremos pra cumprir todos os prazos e depois de exaustos chegamos a conclusão que foram tantas energias desperdiçadas.
As coisas mais simples não exigem prazos e assim são relegadas, ou deixadas um pouco de lado. Melhor dizendo, deixamos para depois, depois, depois.
Ver o pôr do sol...Depois.....
Ir no mar....Depois.
Ver os parentes queridos... Depois.
Ficar de bobeira....Depois.
Enquanto houver depois, vamos adiando.
Amanhã vai ser diferente.
Promessa de todo dia que precisa ser cumprida.
Depois eu conto o resto........

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Esperanças e Libélulas.






Final de ano, fechamento de ciclos.
O baú de memórias é aberto
Ah!!!Quantas recordações!!!!
O tempo tem o poder de guardar pra gente recordar.
Penso que mais um ano passou com todas as situações esperadas e não esperadas.
Uma coisa é certa. Aprendemos muito. Mais do que antes e menos que o futuro.
Sobre trabalho: salutar, ressignifica o dia a dia.
Sobre filhos: quanto mais crescem, mais os amamos. Um amor incondicional mesmo.
Sobre amor: reaprendemos que ele nos dá forças para fazer tudo na vida. É a mola que nos impulsiona.
Sobre a vida: muito legal viver de bem com ela.
Estes momentos me fazem lembrar de Zé da Silva. Um adolescente que viveu pouco, mas intensamente.
Quando trabalhava com meninos e meninas de rua, conheci Zé.
Pensem em uma figura fantástica.
O seu sonho: aprender a ler e escrever.
Esse sonho foi realizado nas aulas todos os dias à noite comigo e com outra Ana(grande amiga e educadora), nas calçadas do INSS, onde tentávamos ensinar as crianças que moravam na rua a ler e escrever.
Zé foi e sempre será o nosso orgulho. Não conseguimos falar dele sem chorar com saudades daquela criatura linda e sempre sorridente.
Soubemos da sua morte assistindo o Fantástico em um domingo à noite.
Com todas aquelas características, só existia um Zé da Silva.
Através do seu esforço e desejo, aprendeu a ler, escrever e a participar intensamente do Movimento Nacional de Meninos e Meninas de Rua.
Percorreu o Brasil e outros países representando os meninos de Pernambuco e do Brasil pelo Movimento. Morreu defendendo e organizando os meninos da comunidade de Peixinhos.
O amor....Esse amor que move as forças. Era esse amor pela causa das crianças de rua que movia Zé da Silva.
Quando descobriu o poder das palavras, dos argumentos, da escrita, não existiam mais limites para Zé. Lembro que um dia ele disse: “Não sei ler simplesmente, Sei ler a vida”.E acrescentou para mim e para a outra Ana: “Vocês não são professoras, são mais que isso, são educadoras”.
Penso que Zé se tornou um educador e ele entendia que a ação educativa é ressignificada com o compromisso, os desejos, os sonhos de mudanças. Porque não dizer esperanças.
Quando percebeu a força do povo organizado, começa a mobilizar na sua comunidade os jovens em torno de questões ligadas a juventude, direitos, deveres e trabalho.
Alguém resolveu tolher os sonhos e esperanças de Zé brutalmente. Não consigo entender como a força bruta teima em tentar vencer a força do amor!!!! Sabe lá.......
Um dia socorri Zé. Ele vomitava muito.
Quando chegamos no hospital da Restauração, as únicas palavras que Zé dizia eram: “Minha sopa tia..... Perdi minha sopa.”
Ele estava muito triste por vomitar a única refeição que tinha conseguido fazer naquele dia e que provavelmente teria causado o vômito.
O mal estar maior de Zé era ter perdido a sopa.
A única coisa que acalmou Zé foi dizer para ele: quando você melhorar vamos tomar uma sopa.
Hoje, sinto uma saudade imensa de Zé e de todos os meninos e meninas que morreram muito cedo, mas que deixaram esperanças, certezas e exemplos de vida. Pessoas que fizeram a diferença diante de toda adversidade, pela simples razão de existir e não aceitar as desventuras, mas enfrentá-las, cada um do seu modo.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Um dia de "bobeira"








Ultimamente ando muito sem tempo e sem inspiração para escrever...
Talvez porque está quente, ou porque estou muito envolvida com coisas do trabalho, família, escola da filha, provas, expectativas.
Lembro então que meu sonho de consumo era não trabalhar a noite e aproveitar as noites com outras atividades
Hoje, depois de realizar o sonho percebo que chego em casa depois de um dia de trabalho sem muita motivação para as atividades noturnas , como, cinemas, teatros, visitas.....Dizem que nunca estamos realizados......
Mas especialmente hoje de molho em casa com uma gripe daquelas que você não consegue fazer nada direito, resolvi escrever.
Detesto ficar gripada....Tosse, coriza, dor de cabeça, garganta, arrepios. Vixe!!!!!Que coisa chata!!!! Imagino que ninguém gosta Claro!!!!
Ir ao médico de emergência então, só quando não agüento mais.......
Uns anos atrás estava com uma apendicite aguda e o médico da emergência disse que não era nada grave e passou um analgésico....Se não fosse as dores e o medo de morrer de “graça” que me fizeram procurar o meu santo médico particular,Teria ido visitar São Pedro mais cedo.
Bem, ontem também fui à emergência....O médico parecia o galã da novela da globo. Para completar era super novo, um bebê!!!!E a suspeita...Tomo ou não tomo os remédios??????????????????.
Em 4 minutos de consulta ele já tinha impresso uma receita com 5 remédios.
Pensei..”Do jeito que estou, vou excluir alguns e ingerir outros”. Ainda bem que na receita tinha um anti-alérgico. Bem, pelo menos de uma reação alérgica estava protegida depois de tantos remédios.
Mas o bom humor e otimismo do meu galã da novela da vida cotidiana( Sérgio) me fizeram ver que tinha que tomar os remédios.EU PRECISAVA!!!!
Bem, pelo menos o galã( médico) passou uma inalação com Vick, algo mais costumeiro e que dar resultados imediatos de alívio, uma maravilha......
Quando você fica doente é que começa a valorizar mais uma vida sem gripes e tosse.
Em plena sexta a noite estou de bobeira em casa!!!!!!!
Não, não, não!!!!! Preciso ficar boa urgente.....
Já olhei orkut, diversos blogs,e-mails,notícias .........Tudo prosseguindo normalmente ( risos).
E eu aqui de molho,tossindo, corizando e com garganta doendo.Neste momentos lembro da infância, quando ficar doente era o código para não ir a escola e receber todos os paparicos de mamãe e papai. Febre então, maravilha. Paparicos dobrados.
Lembro que era praticamente embrulhada em cobertores quentes para suar e aí a febre passar.Mas claro que o efeito era causado pelo anti-térmico e não pelos cobertores.
Hoje é tudo ao contrário.....Vai saber o que é certo ou errado.
Bem, vou voltar para minha comédia romântica na TV. Hoje, a vida está passando devagar. Cada segundo é uma eternidade.
Quando vou sentir os efeitos da melhora?!!!!
Espero que em breve.......


Recife, 27 de novembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Rede de Afetos


















Dia 16 a turma de doutorado 2004 fechou um ciclo de mais de quatro anos.Assim, pego emprestado um termo que conheci e gostei do livro de Samorone Lima, Viagem ao crepúsculo para expressar um pouco essa vivência. O livro conta a experiência de um andarilho em Cuba, o próprio Samarone. Ele em certo momento fala da "Rede de Afetos" que ele foi criando em Cuba e aí quando estava escrevendo sobre o grupo do doutorado, essa expressão me veio a mente e expressa o que denomino de teia,amizades,carinhos,gostar, afinidades, etc.Uma das minhas redes de afetos.




O que falar desta rede de afetos!?
Uma rede que tem muitas teias e que começou a ser tecida em maio de 2004.
No começo um grupo de 14 pessoas que tinham sonhos, desejos, objetivos, necessidades, ideais, compromissos....O mais importante era que o motivo de chegar até ali iria motivar até o fim.
Mas, o que seria o fim!?
Se acreditamos que estamos sempre começando, recomeçando.........
Recomeçar tantas coisas ou também continuar ....Sim!!! Agora mais fortalecidos com os estudos, as descobertas, os desafios.
Bem, este processo seletivo, elegeu 14 pessoas que iriam conviver juntos por um bom tempo.
Foram bons momentos de reflexões, debates, estudos , descobertas, afetos, amizades
Muitas descobertas, desde as acadêmicas até as de afinidades que levariam a construção e fortalecimento de laços, que denomino redes de afetos.
Falando destes momentos entrelaçados com o acadêmico podemos lembrar alguns eventos que ocorreram durante o processo de doutoramento.
Casamentos e (des)casamentos;namoros e (des)namoros, aumento da prole( netos e netas ) de duas vovós( Ana e Haj). Empregos garantidos através de concursos para os que fizeram. Doenças vencidas com muita luta e outras que ainda estamos enfrentando. Sustos que também foram superados. Mortes de familiares.....Tudo aconteceu enquanto estávamos precisando de muita concentração, paz e tranqüilidade.
Mas, sabemos que planejamos algumas coisas, outras, aparecem, sem aviso mesmo!!!!....Então o que fazer?! Encarar...Enfrentar!!!
E nesta hora sabemos que tem gente nos amparando. Não estamos sós....
Assim, vivemos cada momento, cada acontecimento.Uns mais pertos, outros mais distantes...Mas ligados pelos fios dos afetos.
Sabíamos que estávamos juntos na alegria, na tristeza, na saúde e na doença. E por que não dizer também no futebol, na política, e por aí vai.......
Particularmente nunca vou me esquecer de presenças pontuais em um hospital num determinado momento de muita tristeza na minha vida.Vcs estavam lá e só.Isso já era mais do que se podia imaginar de um grupo que em sua origem se formou para estudar.
Afetos, carinhos, entrelaçando vidas para toda a vida.
Hoje, no fechamento do ciclo acadêmico, sinto necessidade de ressaltar a beleza que foi essa caminhada.
Quantos quiseram desistir no caminho, mas era proibido...Sempre tinha alguém que dizia: Êpa!!!! levanta, vamos caminhar, ainda tem muita estrada pela frente.
Foram gestos tão carinhosos e de uma grandeza imensa. Não tem preço!!!!!
Claro que existiram desencontros, brigas, chateações....Mas ...fazem parte.Logo se dissipam...Não é o que nos movia nem nos move..
Quando imaginávamos que estávamos em um deserto perdidas e perdidos....O oásis que hidratava e revigorava era a presença, os e-mails , telefonemas, encontros para conversar, leituras e debates dos projetos, orientações coletivas, comemorações....As mais diversas.
Desta rede de afetos dois "escaparam "de concluir este doutorado, mas não desistiram de seus sonhos, apenas pegaram um outro caminho. O caminho de cada um......
Neste momento posso dizer que vencemos mais uma etapa da vida acadêmica sem alardes e também com alardes , quando foi preciso brigar pelos nossos direitos.
Tínhamos metas que foram alcançadas, no tempo previsto, em outros tempos. Não importa!!!Chegamos.Cada um a seu tempo.
Uma coisa é fato.Queremos contribuir para um mundo melhor. Principalmente no aspecto educacional através das nossas ações no trabalho, pesquisas, debates e publicações dos nossas pesquisas.Também sabemos que é apenas o começo de um caminho que continuará sendo compartilhado, construído a muitas mãos e mentes, com base no companheirismo, ética, solidariedade, competência e justiça.
Esta rede apenas começa a se firmar.
Não quebremos os fios que nos unem. Não nos percamos jamais

Assim,“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...( Caetano Veloso- Dom de iludir)” Ou melhor “...."Cada um sabe a dor e a delícia de fazer uma tese”


Um grande abraço em todos.
Ana de Fátima